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VANIO COELHO

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  • Vanio Coelho

O cavaleiro da triste figura(II)

“Luiz Inácio da Silva, dito “Lula”, saiu de Garanhuns num pau-de-arara, com a sábia missão de dar 3 refeições por dia a cada brasileiro, empregar 10 milhões de pessoas, transferir os impostos para as cidades que consomem e não para aquelas que produzem (que já detêm o emprego) e limitar a aposentadoria em R$ 2.400,00, que hoje chega a R$ 48.000,00. Iniciou seu governo achando que, fazendo o possível, quando terminasse estaria fazendo o impossível.


Pensou estar cercado de Cavaleiros Andantes e Nobres Altruístas e vivendo num mundo de elevados propósitos. Foi assim que, exatos dois anos, inspirado no Don Quixote de La Mancha, descrevíamos sua desesperada esperança quanto aos rumos do metalúrgico Lula no posto de Presidente do Brasil. Mas (tinha que ter um “mas”), depois das denúncias de um deputado corrupto, de uma secretária chantagista, de um doleiro condenado e de um advogado delator, a popularidade despenca, a aura se desmancha e a reeleição se torna quimera que não resiste ao primeiro raio de sol. Os Cavaleiros Andantes viram maleiros, os Nobres Altruístas querem sangue e o mundo de elevados propósitos se revela apenas um discurso. O personagem de Miguel de Cervantes retornou à luta contra um falso “Quixote”, que o imitava e mal. Nosso Quixote continua acreditando em moinhos de vento, Dulcineia, Sancho Pança e no cavalo Rocinante. Será que a falsa esperteza venceu o medo?

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